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Em Sem categoria a Setembro 3, 2010 por simonedays Tagged: , , , ,

Estamos abrindo nosso espaço para coworking, começando um novo jeito de compartilhar. Isso tem tudo a ver com os trabalhos e ideias de pessoas que estiveram por aqui, inclusive a Dobra, que até hoje ocupa parte do espaço. Aqui já passaram designers, jornalistas, videomakers, consultores de educação e RH, criadores de jogos, empresas de web, ou seja, pessoas que tem a ver com sustentabilidade, educação, design e inovação.

 

Coworking é uma forma de trabalho em rede onde pessoas e/ou empresas trabalham independentes umas das outras, mas compartilham o mesmo espaço e valores como colaboração, paixão pelo que fazem, acessibilidade e sustentabilidade no ambiente de trabalho.

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Sarau de Ideias 2011

Em Sem categoria a Maio 17, 2011 por simonedays

Aprendizagem, Inovação Aberta, Redes Sociais são alguns dos temas que estarão presentes nos encontros promovidos pela DOBRA APRENDIZAGEM E INOVAÇÃO e moderados por sua diretora Luciana Annunziata, aqui no JuntoSP.

Veja a programação abaixo e inscreva-se: dobra@dobra.com.br

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4 valores importantes do coworking

Em Sem categoria a Janeiro 13, 2011 por simonedays

Coworking é um modelo baseado em cultura e valores.

1. Colaboração
Derrubamos as paredes dos escritórios e te tiramos do isolamento do home office. Até que seus colegas coworkers são legais, hein? Bom, então por que não interagir com eles? Faça perguntas, troque ideias, peça opiniões e, quem sabe, trabalhe em algum projetos juntos. Na pesquisa sobre coworking, 42% responderam que passaram a ganhar mais dinheiros depois que foram trabalhar em um espaço de coworking.

2. Comunidade
Trabalhar independente não significa ficar sozinho. Espaços de coworking são para fomentar relacionamentos, aprender com os outros e se divertir juntos.

3. Abertura (de informações)
Os escritórios convencionais e as informações confidenciais são do tempo da Enciclopédia Barsa. Coworking é da geração do Wikipedia. Coworkers são estimulados a se apresentar, a trocar opiniões e a pedir ajuda. Portanto, não fique aí lendo este blog sozinho, mande a sugestão para os amigos.

4. Sustentabilidade
Coworkers são da geração sustentável, que aprendeu a cuidar do planeta. O coworking é baseado em recursos compartilhados e redução de desperdício. Ao invés de cada um ter sua impressora, seus papéis, seus insumos químicos e deixar a luz acesa na sua casa, nós dividimos todos estes recursos entre os coworkers, poupando o ambiente e economizando dinheiro.

Texto original

Tradução

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Inovação: o que é, por que e como?

Em Sem categoria a Novembro 18, 2010 por simonedays

Ontem tivemos o primeiro Sarau de Idéias aqui no JuntoSP Coworking sobre Inovação, com a moderação do Kip Garland, consultor da Innovation Seed e minha (Luciana Annunziata, consultora da Dobra), ambos com mais de dez anos de experiência no tema. Um grupo pequeno, aconchegante e variado, entre executivos, consultores e empresários esteve presente, expondo suas experiências e perguntas.

Começamos levantando as questões dos presentes e o que mais   surgiu foram perguntas em torno de como preparar as pessoas para inovar ou, de forma mais geral, como fomentar a cultura de inovação numa organização. Sim, colocou Kip, sempre acontece de estarmos muito preocupados com os comos. Queremos fazer acontecer. Mas, a pergunta que não quer calar ainda é “o que é inovação, afinal?” e “por que” precisamos dela. Introduzir ferramentas, práticas e mesmo processos tem efetividade muito limitada se não existe um sentido maior que oriente esse tipo de esforço. Foram dados alguns exemplos de casos práticos em que processos de inovação bastante interessantes, envolvendo grandes grupos de pessoas e tecnicamente muito bem elaborados, foram sendo abandonados por falta de uma validação perene e pressionados pelas pressões de curto prazo. Sem porquês claros, o processo vai minguando.

Por que o porquê vem primeiro?

Para alocar bem os recursos é preciso que a organização tenha muito claro por que precisa de   inovação. Esse tema foi abordado não só do ponto de vista da organização, mas do ponto de vista da sociedade como um todo. Por que precisamos de mais e novos produtos? Do que realmente precisamos?

Esses porquês guiam a alocação de recursos no cotidiano, seja nas decisões de consumo, seja nas grandes decisões empresariais. São eles que nos lembram de questões mais sistêmicas que envolvem a inovação, tais como o contexto concorrencial, a escassez de recursos, os valores por trás da tomada de decisões, a sustentabilidade. Os porquês nos paralisam com a mão na gôndola e nos fazem refletir.

Numa organização, essa alocar recursos para inovação significa saber quando priorizar projetos com elevado risco.  Esse ainda é um grande desafio estratégico, especialmente para empresas que estão obtendo bons resultados ou atuam em setores que parecem estáveis, como os de commodities ou distribuição de energia, por exemplo. Essa alocação se refere a recursos financeiros, sim, mas sobretudo a recursos humanos. As melhores pessoas da estão dedicadas ao projetos de inovação?

“O que”: de que tipo de inovação estamos falando?

Esses porquês também vão definir o tipo de inovação ou  “o que” que a organização está buscando. Antes de discutir inovação é bom saber de que tipo de inovação estamos falando. Quanto a isso, levantei pelo menos 8 visões (ou tipologias) diferente sobre inovação. Segue uma lista aberta para você se divertir e completar:

  • Políticas de fomento à inovação (normalmente relacionadas a políticas governamentais e parcerias público-privadas).
  • Visão tipológica: inovação tecnológica, de produto, de processo ou de serviços.
  • Visão topológica (nomeclatura minha): topologia do portfólio em relação a riscos e capacidade atual de realização, por exemplo).
  • Visão processual: referente tanto a processos de geração de idéias quanto a processos de seleção (e temos de um lado o design thinking como inspiração de um lado e os sempre presentes stagegates ou funis, do outro).
  • Visão arquetípica (ou de personas): referente aos diversos modelos mentais necessários à inovação, especialmente nos times que a realizam, como coloca Tom Kelley em As 10 Faces das Inovação.
  • Inovação de Modelo de Negócios: como proposto por Gary Hammel ou Clayton Christensen (cada um deles com uma visão diferente sobre as competências essenciais que guiam esse tipo de inovação, como colocou Kip).
  • Inovação Aberta: que procura abrir os modelos de inovação das organizações para as redes de conhecimentos que podem amplificar seus negócios, como em Chesbrough ou Lindegaard.
  • Inovação Social: uma discussão mais recente que procura fomentar a geração de valor para a sociedade articulando o setor privado e o 3º setor, com a potencial criação de um setor 2,5. Há diversas iniciativas interessantes surgindo nesse espaço.

Não se trata aqui apenas de classificar ou reduzir, mas de brincar com essas visões para visualizar o espaço de inovação que a sua organização está explorando. Dentro de cada uma dessas visões há diversas categorias que dão muito assunto para reflexão.

Conversamos, por exemplo, sobre a inovação disruptiva e sua distinção em relação à inovação radical. Ela não diz respeito a mais conforto, mais sofisticação, mais praticidade e sim à busca de uma certa simplicidade. O que é essencialmente necessário em um carro? Surgem hoje exemplos de carros mínimos, como os da Tata Motors ou o novo Volt, que mostram o que é esse capacidade de buscar o essencial. Trouxemos também um exemplo relatado por Clayton Christensen: uma TV branco-e-preta carregada por bateria solar, por exemplo, não tem nada de novo, mas Christensen relata como ela faz sucesso entre povos nômades em algumas partes do globo.

Todo mundo quer os “comos”

Apesar de termos começado a discussão perguntando sobre “como inovar”, acabamos voltando a esse tema no final já um tanto esvaziados. Diante dos grandes porquês e o quês, não havia mais espaço nem tempo para discutir os comos. Sim, existem muitos comos interessantes, métodos e ferramentas que podem ser combinados, mas esta discussão fica para a próxima, isto é, se os porquês estiverem claros.

PS: . O comentário ontem quando tentamos definir inovação ontem foi: inovação é a vida na zona de desconforto (J).

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Sarau de Ideias no JuntoSP: novembro e dezembro

Em Sem categoria a Novembro 5, 2010 por simonedays

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